Sunday, November 25, 2007

Paz e Amor




Wednesday, September 26, 2007

Filme 2


Há mais de 40 anos no mercado e há alguns outros sem emplacar um grande sucesso, acho que agora vai... Finalmente a LC Barreto tem chance de emplacar um sucesso.
Embarcando no filão do "Auto da Compadecida", com muita simpatia e um roteiro bem comercial, O Homem que Desafiou o Diabo tem condições de agradar ao público.
Mas ainda assim, me reservo o direito de não tecer comentários sobre a citação a Glauber Rocha em "Deus e o Diabo na terra do sol"...
Ficha Técnica:
Título Original: O Homem que Desafiou o Diabo
Gênero: Drama
Ano de Lançamento (Brasil): 2007
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Moacyr Góes
Roteiro: Bráulio Tavares, Moacyr Góes e Nei Leandro de Castro, baseado no romance "As Pelejas de Ojuara", de Nei Leandro de Castro
Fotografia: Jacques Cheuiches
Sinopse:
Zé Araújo (Marcos Palmeira) é um homem boêmio, que gosta de frequentar cabarés e ouvir cantadores de viola. Após tirar a virgindade de uma turca, ele é obrigado pelo pai dela a se casar. Durante anos Zé passa por seguidas humilhações, provocadas por sua esposa. Um dia, ao ouvir uma piada sobre sua situação, ele se revolta, destrói o armazém do sogro e ainda dá uma surra na esposa. Ao terminar ele monta em seu cavalo e parte sem destino, decidido a ter uma vida de aventuras. A partir deste dia Zé Araújo passa a ser conhecido como Ojuara, enfrentando inimigos e vivendo situações inusitadas.

Tuesday, September 25, 2007

Filme 1





Ok, SP me sequestrou no final de semana e acabei perdendo a estréia do "Sonhando Acordado", mas não há de ser nada, já já ele entra em cartaz...

Agora, seguindo a linha de explorar novas salas, fui ao cinema Leblon assistir "Um Verão para toda a vida" com o crescidinho Harry Potter.

Para quem gosta do estilo "Conta Comigo" é uma boa pedida. Filme sensível e que emociona, embora tenha faltado ao diretor explorar um pouco mais a emoção. Não é despeito não, até chorei no cinema, mas hoje acordei com o lado técnico mais apurado e acho mesmo que essa emoção podia ter sido mais bem trabalhada apesar de não ter ficado devendo.

Com um orçamento de U$4 milhões, a história de quatro amigos descobrindo-se como uma família na vida além-orfanato numa locação de tirar o fôlego é um belo filme e eu recomendo.




Sinopse:


Maps (Daniel Radcliffe), Sparks (Christian Byers), Misty (Lee Cormie) e Spit (James Fraser), quatro órfãos adolescentes que nasceram todos no mês de dezembro, vão passar o primeiro verão fora do orfanato. Eles partem para uma temporada na praia, onde conhecem um jovem casal que não consegue ter filhos. A esperança dos meninos de serem adotados é reacendida quando o casal demonstra interesse em adotar um deles. Spark, Misty e Spit, os mais novos, vêem finalmente a possibilidade de terem uma família, mas a amizade entre eles é posta em cheque quando começam a competir para serem o escolhido. Enquanto isso, Maps se interessa pela bela Lucy (Teresa Palmer).


Ficha Técnica


Título Original: December Boys
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 105 minutos
Ano de Lançamento (Austrália / Inglaterra / EUA): 2007
Distribuição: Warner Independent Pictures
Direção: Rod Hardy
Roteiro: Marc Rosenberg, baseado em livro de Michael Noonan
Música: Carlo Giacco
Fotografia: David Connell

Thursday, September 20, 2007

Etapa 2007





Mais uma vez foi dada a largada para o Festival de Cinema do Rio. Dessa vez saí na frente... eu e a maioria da população carioca... Na abertura daqui a alguma horas será exibido pela primeira vez oficial o tão falado Tropa de Elite, já assistido por mim e por milhares. Mas, discursos sobre pirataria à parte, começo o festival com um filme já assistido e aprovado.


Passemos então ao próximo da fila: Sonhando Acordado, o novo do Gael Garcia Bernal e do mesmo diretor do Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. Já encabeçou minha lista, será visto na sexta, amanhã mesmo, logo no primeiro dia... Isso se SP não me sequestrar no final de semana. Mas se não for amanhã, de segunda não passa. Depois eu conto minhas impressões.


E vc, já comprou sua pipoca?



Wednesday, August 29, 2007

Democracia Humana

"O que eu espero senhores, é que depois de um longo período de discussão,
todos concordem comigo."
W. Churchil

Monday, August 13, 2007

Monday, August 6, 2007

O trabalho dignifica a alma e fode com a vida social.
Ando exata demais para quem tem a alma leve e um blog por testemunha.

Saudade das minhas letras, da melodia, de olhar para o céu e deixar a mente fluir...

To me cansando de tudo isso
Quero mais cinema italiano e menos Hollywood na veia
Penso que estou envenenada demais pelo capitalismo que nada me traz de bom.
Quero fundar uma comunidade hippie e viver de subsistência com o tal promissor e belo par de olhos azuis do meu lado.
Quero gente inteligente por perto, gente de conteúdo e coração aberto.

Ando carente de mim mesma, saudade de quem sou eu... não sobra tempo nem pra mim mesma...
Não quero mais saber de São Paulo e Curitiba. A ponte aérea anda um pé no saco!
Quero valsa, quero flamenco e tango
Quero bailar e fugir pruma tal ilha azul com pássaros cantando ao meu redor...

Thursday, June 21, 2007

O dia seguinte

TUDO O QUE EU PRECISAVA REALMENTE SABER, APRENDI NO JARDIM DA INFÂNCIA

Grande parte do que eu realmente preciso saber sobre a vida, o quefazer, como ser, eu aprendi no jardim da infância.Não foi na universidadenem na pós-graduação que eu encontrei a verdadeira sabedoria, e simno recreio do jardim da infância.Foi exatamente isto que aprendi: compartilhar tudo, brincar dentro dasregras, não bater nos outros, colocar as coisas de volta no lugar onde as encontrei, limpar a própria sujeira, não pegar o que não era meu,pedirdesculpas quando machucava alguém, lavar as mãos antes de comer, puxar adescarga do banheiro.
Também descobri que café com leite é gostoso, queuma vida equilibrada é saudável e que pensar um pouco, aprender um pouco,desenhar, pintar,dançar, planejar e trabalhar um pouco todos os dias, nosfaz muito bem.Tirar uma soneca todas as tardes, tomar muito cuidado com o trânsito, segurar as mãos de alguém e ficar juntos, são boas formas deenfrentar o mundo.
Prestar atenção em todas as maravilhas e lembrar dapequena semente que,um dia, plantamos em um copo de plástico. As raízesiam para baixo e as folhas iam para cima mas ninguém realmente sabia nem porquê. Mas nós somos assim! Peixinhos dourados, hamsters e ratinhosbrancos; e até mesmo a pequena semente do copo de plástico, tudo morre um dia. E nós também.
Tudo que você realmente precisa saber esta aí. Faça aos outros aquilo que você gostaria que eles fizessem para você. Amor,higiene básica,ecologia e política contribuem para uma vida saudável.
Penso que tudo seria melhor se todos nós - o mundo inteiro - tomássemos café com leite todas as tardes e descansássemos um pouquinho abraçados a umtravesseiro. Ou se tivéssemos uma política básica em nossa nação e em todasas coisas também, para sempre colocarmos as coisas de volta ao lugar onde as encontramos, limpando nossa própria sujeira. E ainda é verdade que, seja qual for a idade, - o melhor é darmos as mãos e ficarmos juntos!

Wednesday, June 20, 2007

20 de junho de 2007

Quatro pessoas, num mesmo dia, me dizem que vão fazer 30 anos. E me anunciam isto com uma certa gravidade. Nenhuma está dizendo: vou tomar um sorvete na esquina, ou: vou ali comprar um jornal. Na verdade estão proclamando: vou fazer 30 anos e, por favor, prestem atenção, quero cumplicidade, porque estou no limiar de alguma coisa grave.
Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.
Fazer 40, 50 ou 60 é um outro ritual, uma outra crônica e um dia eu chego lá. Mas fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um ato realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos. Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que sabor tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.
Até os 30, me dizia um amigo, a gente vai emitindo promissórias. A partir daí é hora de começar a pagar. Mas também se poderia dizer: até essa idade fez-se o aprendizado básico. Cumpriu-se o longo ciclo escolar, que parecia interminável, já se foi do primário ao doutorado. A profissão já deve ter sido escolhida. Já se teve a primeira mesa de trabalho, escritório ou negócio. Já se casou a primeira vez, já se teve o primeiro filho. A vida já se inaugurou em fraldas, fotos, festas, viagens, todo tipo de viagens, até das drogas já retornou quem tinha que retornar. Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro vê pela primeira vez o mar.
Um dia eu fiz 30 anos. Estava ali no estrangeiro, estranho em toda a estranheza do ser, à beira-mar, na Califórnia. Era um homem e seus trinta anos. Mais que isto: um homem e seus trinta anos. Um homem e seus trinta corpos, como os anéis de um tronco, cheio de eus e nós, arborizado, arborizando, ao sol e a sós. Na verdade, fazer 30 anos não é para qualquer um. Fazer 30 anos é, de repente, descobrir-se no tempo. Antes, vive-se no espaço. Viver no espaço é mais fácil e deslizante. É mais corporal e objetivo. Pode-se patinar e esquiar amplamente.
Mas fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo. E penetrar no tempo é mister de grande responsabilidade. É descobrir outra dimensão além dos dedos da mão. É como se algo mais denso se tivesse criado sob a couraça da casca. Algo, no entanto, mais tênue que uma membrana. Algo como se um centro, às vezes móvel, é verdade, mas um centro de dor colorido. Algo mais que uma nebulosa, algo assim pulsante que se entreabrisse em sementes. Aos 30 já se aprendeu os limites da ilha, já se sabe de onde sopram os tufões e, como o náufrago que se salva, é hora de seu autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema. Fazer 30 anos é como uma pedra que já não precisa exibir preciosidade, porque já não cabe em preços. É como a ave que canta, não para se denunciar, senão para amanhecer.
Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo. É quando se operam maravilhas como a um cego em Jericó.
Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar.

Por Affonso Romano de Sant’Anna

Saturday, June 9, 2007

Uma verdade inconveniente


"Quando a última árvore tiver caído,quando o último rio tiver secado,quando o último peixe for pescado,vocês vão entender que dinheiro não se come."
(Greenpeace)

Thursday, June 7, 2007

A Barreira da Beleza

"Meninas de todo o Brasil tenho um conselho valioso para dar aqui:
Se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute!
Na próxima vez que encontrá-lo, tente(disfarçadamente) descobrir como é sua barriga. Se for musculosa, torneada, estilo 'tanquinho', fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.
Homem bom de verdade precisa obrigatoriamente ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditosmetrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por quê.
Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma - e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os 'tanquinhos' farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores - e eu tenho dó das que caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou Coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco ou coca-light. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com 'clight' que trouxe de casa. E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação.
E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar. Você nunca irá ouvir um 'ah, amor, 'Quarteirão' é gostoso, mas você podia provar uma 'McSalad' com água de coco'. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo,você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matam um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.
Outra coisa fundamental: homens barrigudinhos são confortáveis! Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível! Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional. Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo. Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar, a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz."

Monday, May 7, 2007

Amores Mal Resolvidos
por Arnaldo Jabor

Olhe para um lugar onde tenha muita gente, uma praia num domingo de 40º, uma estação de metrô, a rua principal do centro da cidade. Metade deste povaréu sofre de dor de cotovelo. Alguns trazem dores recentes, outros trazem uma dor de estimação, mas o certo é que grande parte desses rostos anônimos têm um amor mal resolvido, uma paixão que não se evaporou completamente, mesmo que já estejam em outra relação.
Por que isso acontece? Tenho uma teoria, ainda que eu seja tudo menos teórico no assunto, acho que as pessoas não gastam seu amor. Isso mesmo, os amores que ficam nos assombrando não foram amores consumidos até o fim. Você sabe, o amor acaba, é mentira dizer que não. Uns acabam cedo, outros levam 10 ou 20 anos para terminar, talvez até mais, mas um dia acaba e se transforma em outras coisas como lembrança, amizade, parceria, parentesco... E essa transição não é dolorida se o amor for devorado até o fim.
Dor de Cotovelo é quando o amor é interrompido antes que se esgote, o amor tem que ser vivenciado. Platonismo funciona em novela, mas na vida real demanda muita energia, sem falar do tempo que ninguém tem para esperar. E tem que ser vivido em sua totalidade, é preciso passar por todas as etapas : atração, paixão, amor, convivência, amizade, tédio e fim. Como já foi dito, este trajeto do amor pode ser percorrido em algumas semanas ou durar muitos anos, mas é importante que transcorra de ponta a ponta, senão sobra lugar para fantasias, idealizações, enfim, tudo aquilo que nos empaca a vida e nos impede de estarmos abertos para novos amores. Se o amor foi interrompido sem ter atingido o fundo do pote, ficamos imaginando as múltiplas possibilidades de continuidade, tudo o que a gente poderia ter dito e não disse, feito e não fez.
Gaste seu amor, usufrua-o até o fim, enfrente os bons e os maus momentos, passe por tudo o que tiver que passar, não se economize, sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade. Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo fechando o próprio ciclo. Isso é que libera a gente para ser feliz novamente.

Monday, April 23, 2007

Céu de Outono

E no céu de outono, raízes.

"O céu está no chão

O céu não cai do alto

É o claro é a escuridão

O céu que toca o chão

E o céu que vai no alto

Dois lados deram as mãos

Como eu fiz também

Só pra poder conhecer

Por quê? A voz da vida vem dizer

Que os braços sentem, e os olhos vêem,

que o lábios sejam dois rios inteiros...

Sem direção"

No azul intenso do céu de outono andorinhas batem em revoada. Com elas se vai o verão e todo o seu clima dionisíaco. É hora de deixar para trás amores de verão, ou quem sabe transformá-los... Cabe plantar sementes que florescerão quando a primavera chegar. Criar raízes.
Engraçado como têm pessoas que não sabem estabelecer raiz e que não se aprofundam. Vivem por aí voando como andorinhas no vai e vem das estações...
Ao som do choro de Pixinguinha reparo nelas, nas andorinhas. Perderam a formação em v do vôo em equipe. E no salve-se quem puder voam atabalhoadas atrás de uma corrente de ar que as leve para algum lugar que sirva de abrigo durante o inverno.
Se tivessem raiz não precisariam de esconderijo, estariam seguras aonde quer que fossem. São de fato leves e alegres, mas por que não poderiam ser leves, alegres e com raízes? Raízes não são cascas, raízes não aprisionam. Ao contrário, raízes libertam: quando se têm raízes pode-se ir a qualquer canto pois no peito vai consigo a certeza que vem da raiz. A raiz é o eixo de tudo, são as nossas relações, é o que nos determina, é o porto seguro para onde a gente volta quando a tempestade despenca no céu. É onde a gente se encontra e se acha feliz.
Bem aventurados aqueles que criam as suas raízes.

Wednesday, April 18, 2007

O munda dá muitas voltas, mas não estou interessada nelas agora

Monday, April 16, 2007

Sou pelo amor e pelas parcerias.

Pelas Parcerias

"Eu não sou meu corpo, não sou meus pensamentos, não sou minhas emoções... Sou energia inquieta em movimento, buscando elevação de consciência e coerência entre pensamento, palavra e ação...
Que cruzem os meus caminhos todas as pessoas que possam despertar em mim um ser humano melhor... Que venham pessoas de todas as crenças, tribos, jeitos, lugares, mas que tenham em comum a leveza, a bondade, e a inquietação para tornar da vida uma jornada de crescimento...
Quero gente a minha volta com aquela energia e aquela luz. Gente sem medo de abraçar, rir, chorar, ajudar, amar."

por Poliana Sirelli

Pelo Amor

"Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É só o amor que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal. Não sente inveja ou se envaidece. O amor é o fogo que arde sem se ver. É ferida que dói e não se sente. É um contentamento descontente. É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É um não querer mais que bem querer. É solitário andar por entre a gente. É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade. É servir a quem vence, o vencedor; É um ter com quem nos mata a lealdade. Tão contrário a si é o mesmo amor. Agora vejo em parte. Mas então veremos face a face. É só o amor que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua do anjos...
sem amor eu nada seria."
por Renato Russo

Tuesday, April 10, 2007




Infinito Particular
Marisa Monte

Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

Monday, April 2, 2007

Meu sexto sentido me assusta

Wednesday, March 28, 2007

Passarela do Samba

Fechando o carnaval 2007 na Guanabara.

Tuesday, March 27, 2007

Destruídas! Essa coisa de Avenida cansa...

Ai meu Deus! Lá vamos nós pra Avenida!!
"Sou Rio, sou esporte, sou Portela"
Processo de transformação em bola de futebol

Continuando...

Esse negócio de bloco não está com nada! Bom mesmo é tricotar com as amigas na areia da praia

Monday, March 26, 2007

"Que merda é essa?!"
Foto totalmente montada

Pedestre também engarrafa!


Bloco dos Engarrafados: sai em qualquer dia, qualquer hora e em qualquer lugar que tenha trânsito e um rádio tocando o melhor da música brega internacional

Monday, March 19, 2007

Atualizando a vida em fotos...(calma que tem mais - ah sugiro ver de baixo pra cima)

Carnaval 2007
Pausa para almoção no Aurora com uma bela cerveja de garrafa

Carnaval 2007
Ai Jesus!!! Eles me levaram pro Boi tá tá!!!
RioScenarium pré-carnaval... Eita noite engraçada!!!

Aniversário da Poliana: 2007 é nossoooo!!! O ano mal começou e já temos um monte pra contar!



Elas vão me matar mas eu precisava registrar esse momento!


A primeira balzaca do ano, com direito a muita caipivodka!
Reveillon surpreendente na Urca com muita chuva lavando o corpo e a alma!

Wednesday, March 14, 2007


Monday, March 12, 2007

A gaveta carrega o passado e o passado carrega a casa

(Marcia Tiburi)

Monday, March 5, 2007

Quaresma


Quaresma é tempo de purificação. A mortificação e a renúncia nas circunstâncias ordinárias de nossa vida também constituem um meio concreto para viver o espírito de Quaresma. Não se trata tanto de criar ocasiões extraordinárias, mas bem, de saber oferecer aquelas circunstâncias cotidianas que nos são incômodas, de aceitar com alegria os diferentes contratempos que nos apresenta o dia a dia. Da mesma maneira, o saber renunciar a certas coisas legítimas nos ajuda a viver o desapego e o desprendimento.
"É preciso crescer na fé e não temer os passos dados dentro das águas agitadas do mundo."
(Mateus 14, 22-23)

Wednesday, February 14, 2007


"É tão difícil terminar um relacionamento. Tão complicado chegar para o outro e dizer chega. São poucas as ocasiões em que isso ocorre sem drama, sem dor. A maioria das vezes é necessário uma desculpa, um deslize do outro para servir de álibi, para vencer a sua própria covardia em não assumir o desejo de separação.
Os casais deveriam ter mais cuidado com as coisas que fazem no calor da raiva. Durante a certeza do rompimento, uma estranha segurança norteia o coração magoado. E as pessoas cometem imensas besteiras, às vezes irremediáveis. É importante a lembrança das tolices passadas para silenciar as tolices presentes e evitar que o coração aja de novo em lugar da razão. Deve-se milimetrar todas as palavras enquanto se está imbuído de sentimentos negativos. Isso não é fácil, mas é necessário, uma vez que o corpo está tomado por adrenalina e a mente pela pior química: os pensamentos incertos. Medir palavras. Quem consegue, tem por mérito o direito de ser um vencedor."
(Vergonha dos Pés / Fernanda Young)

Thursday, February 8, 2007


Na corrida pelo Oscar: amigos do cinema, Espaço Unibanco, Clint Eastwood e Steven Spielberg. É o sem palavras "A Conquista da Honra". O filme acaba e por favor não saiam correndo, fiquem até o fim dos créditos! São inúmeras fotos documentando a realidade que o filme retrata. As luzes acendem e eu pergunto: "Quando é que Eastwood vai fazer um filme que não nos faça chorar?" Pode soar engraçadinha a piada, mas o fato é que enquanto Diretor, Eastwood não deixa nada a desejar, muito pelo contrário, poucos são os Diretores com tamanha sensibilidade.


A vitória é amarga no cinema de Eastwood. Ao mostrar o reverso da glória, o filme critica a farsa do palanque, que, como a foto, inspira um heroísmo divino que oculta a dura realidade do front. Eastwood não deslegitima o valor desses homens nem a imagem fotográfica, uma vez que o longa até mostra sua gênese atribulada e incerta, mas inegavelmente tirada diante de esforço e sacrifício reais, relatados em todas as fontes históricas. O alvo de A Conquista da Honra é seu uso pela história oficial, que acabou apagando o lado reverso dessa aventura insana, de grande sacrifício humano.

Sinopse
Fevereiro de 1945. Apesar da vitória anunciada dos aliados na Europa, a guerra no Pacífico prosseguia. Uma das mais importantes e sangrentas batalhas foi a pela posse da ilha de Iwo Jima, que gerou uma imagem-símbolo da guerra: cinco fuzileiros e um integrante do corpo médico da Marinha erguendo a bandeira dos Estados Unidos no monte Suribachi. Alguns destes homens morreram logo após este momento, sem jamais saber que foram imortalizados. Os demais permaneceram na frente de batalha com seus companheiros, que lutavam e morriam sem qualquer ostentação ou glória.
Ficha Técnica
Título Original: Flags of Our Fathers
Tempo de Duração: 132 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Distribuição: DreamWorks Distribution LLC / Warner Bros. / Paramount Pictures
Direção: Clint Eastwood
Indicações ao Oscar - 2
Melhor Som e Melhor Edição de Som
Curiosidades
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Diretor.
- Clint Eastwood teve interesse em adaptar para o cinema o livro de James Bradley e Ron Powers logo após seu lançamento, em maio de 2000, mas seus direitos já haviam sido vendidos para Steven Spielberg. Nos primeiros meses de 2001 Spielberg contratou William Boyles Jr. para escrever o roteiro, mas não gostou do resultado. Desde então deixou o projeto engavetado, até encontrar Eastwood após a cerimônia do Oscar de 2004. Foi então que Eastwood assumiu a cadeira de diretor da adaptação, com Spielberg passando a ser um dos produtores.

Wednesday, February 7, 2007


Fiel ao meu amor pela sétima arte, retorno de um inverno me refestelando na poltrona da Casa de Cultura Laura Alvim. A volta da Filha Pródiga não poderia ter sido melhor recheada de simbolismos. Sala de projeção nova, cadeiras literalmente deitadas, tela não muito grande, audio invadindo o pequeno espaço e a companhia de um amigo tão ou mais apreciador.


É tempo de Oscar, a melhor época do ano para ir ao cinema e ver de tudo com qualidade. Comecei comendo pela beirada e ataquei de filme Mexicano: "O Labirinto do Fauno", que mistura fantasia e cumpre o papel de retratar um momento da história social do homem, ou seja, arte. Diferente como O Feitiço de Àquila e encantador como um filme infantil.


A fábula é uma linguagem que o cinema soube encaixar muito bem em suas narrativas. Muito pelo jeito como esse relato estrutura os acontecimentos, dinamizando a história, mas também pela tradição fantasiosa que há nas fábulas, a mesma que existe no cinema — arte que torna visível os mais irreais universos. A fábula é também um estilo que trabalha com arquétipos e elementos simbólicos para, na verdade, falar sobre o mundo real.


Em tom sépia, desfila efeitos especiais para trabalhar universos híbridos como a fantasia, o “realismo estetizado”, a fonte histórica e trazer idéias tão firmes sobre a complexa natureza humana, essa que tem seus homens da guerra na mesma esquina em que estão os homens do encanto e da vida.


Sinopse


A protagonista é Ofélia, uma menina que começa o filme narrando, agonizante, em retrospectiva, os acontecimentos (como uma fábula). Ela, órfã de pai, chega com a mãe recém-casada na fazenda do marido, Vidal, um monstruoso (em sentido figurado) capitão dos exércitos franquistas. Não só pela estilização da fotografia, está claro que estamos numa fantasia: no caminho de chegada à casa do padrasto, Ofélia conhece um inseto esquisito, com aparência nada abonadora, mas que a acompanhará a partir de então e, mais tarde, deixará clara a sua identidade de fada. Será a partir desse ser um tanto bizarro que Ofélia conhecerá Pan, uma criatura tão irreverente quanto suspeita — e grande chave cômica do filme, é bom dizer — que entrega à menina a missão de descobrir três chaves mágicas para que volte a ser uma princesa. A doce Ofélia estará entre dois mundos: o da fantasia, atraente, infantil mas também assustador, e o real — que é de domínio dos adultos e conta com um cenário que não gera dúvidas quanto ao seu horror.

Ficha Técnica

Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Site Oficial: www.panslabyrinth.com
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Direção: Guillermo del Toro

Indicações ao Oscar - 6

Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora e Melhor Maquiagem.

Saturday, February 3, 2007



PAIXÃO MARCA, AMOR FICA

Sobre frio na barriga, arrepio na espinha e sorriso bobo no rosto

Com o tempo a gente aprende que paixão é euforia, é desespero e é angústia. É beijo e é escândalo. É fogo que arde sem doer. É muito beijo. É inquietante. Paixão é avassaladora. Chega, bate forte no peito, tira o ar, enlouquece e cega; deixa sem chão e sem eixo. Paixão é desatino. É perder a razão.

Aprende que tesão é fixação. É querer devorar. É êxtase e dormir pelado. Tesão é instinto. Vontade de ocupar o mesmo espaço do corpo do outro. É sede insaciável. Tesão estremece, mas amor... Amor é abraço, é fraterno.

A gente aprende que amor é querer dividir, é querer trocar. É sentir saudade. Amor é querer mostrar o seu mundo e conhecer o mundo de alguém. Amor chega de mansinho, sem avisar, sem fazer alarde, numa quarta-feira de tarde. É querer contar e ouvir. É querer estar junto repartindo as impressões e aceitando as diferenças. Amor é admiração. Amor é parceria. É querer caminhar junto pela mesma estrada. É aprender com o outro. Amor é certeza sem por quê. É sereno. É respeito. É aplaudir e saber puxar a orelha. É saber e querer conversar. Amor é acreditar. É dar beijo de boa-noite. Amor é dormir abraçadinho ou pelo menos de mãos dadas. É acordar junto, sorrir e dar bom-dia.


Tuesday, January 30, 2007

Porque o que é teu está guardado!
Let It Be
(Lennon and McCartney)
When I find myself in times of trouble
Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
And in my hour of darkness
She is standing right in front of me
Speaking words of wisdom, let it be.
Let it be, let it be.
Whisper words of wisdom, let it be.
And when the broken hearted people
Living in the world agree,
There will be an answer, let it be.
For though they may be parted there is
Still a chance that they will see
There will be an answer, let it be.
Let it be, let it be.
There will be an answer, let it be.
And when the night is cloudy,
There is still a light that shines on me,
Shine on until tomorrow, let it be.
I wake up to the sound of music
Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
Let it be, let it be.
There will be an answer, let it be.
Let it be, let it be,
Whisper words of wisdom, let it be.
"A Fera olhou para a Bela.
A Bela refletiu em seus olhos. Estava em suas mãos.
E a partir daquele momento a Fera estava morta."

Thursday, January 25, 2007

Amar é...




...Saber entender o tempo do outro

Wednesday, January 24, 2007

Santa Chuva

Porque as luzes da cidade não chegam às estrelas sem antes me buscar
Me Revelar
(Zélia Duncan)

Tudo aqui quer me revelar
Minha letra , minha roupa, meu paladar
O que eu não digo, o que eu afirmo
Onde eu gosto de ficar

Quando amanheço, quando me esqueço
Quando morro de medo do mar

Tudo aquiQuer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar

O que eu procuro
O que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar

Tudo em mim quer me revelar
Meu grito, meu beijo
Meu jeito de desejar

O que me preocupa, o que me ajuda
O que eu escolho pra amar

Quando amanheço, quando me esqueço
Quando morro de medo do mar

Tudo aqui quer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar

Tudo aqui quer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar
O que eu procuro
O que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar

Tudo em mim quer me revelar
Sentidos
(Zélia Duncan)

Não quero seu sorriso
Quero sua boca no meu rosto
Sorrindo pra mim

Não quero seus olhares
Quero seus cílios nos meus olhos
Piscando pra mim

Transfere pro meu corpo
Seus sentidos
Pra eu sentir
A sua dor, os seus gemidos
E entender porque
Quero você !

Não quero seu suor
Quero seus poros na minha pele
Explodindo de calor.
Soneto de Fidelidade
(Vinicius de Moraes)

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Quem de Nós Dois
(Ana Carolina)

Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber
Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer

Se eu disser que já nem sinto nada
Que a estrada sem você é mais segura
Eu sei você vai rir da minha cara
Eu já conheço o teu sorriso, leio teu olhar
Teu sorriso é só disfarce
Que eu já nem preciso

Sinto dizer
Que amo mesmo,
Tá ruim pra disfarçar

Entre nós dois
Não cabe mais nenhum segredo
Além do que já combinamos
No vão das coisas que a gente disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero
A frase fica pelo avesso
Meio na contra-mão
E quando finjo que esqueço
Eu não esqueci nada
E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro

Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida
Eu procurei
Qualquer desculpa
Pra não te encarar
Para não dizer
De novo e sempre a mesma coisa
Falar só por falar
Que eu já não tô nem aí pra essa conversa
Que a história de nós dois não me interessa

Se eu tento esconder meias verdades
Você conhece o meu sorriso
Lê no meu olhar
Meu sorriso é só disfarce
Porque eu já nem preciso
E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro

Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida

Sunday, January 21, 2007

Não quero o que a cabeça pensa, quero o que a alma deseja.

Saturday, January 13, 2007

Diário de uma Paixão


Porque toda escolha pressupõe uma renúncia
Porque há que se saber separar aquilo que se escolhe daquilo a que se renuncia
Porque eles fizeram de suas vidas um eterno amor de verão
Porque eles encontraram uma forma de sempre voltarem um para o outro
"Não vai ser fácil mas eu quero fazer acontecer porque eu quero que seja com você. Mas se você prefere optar pelo caminho mais fácil, a escolha é sua."
(James Garner as Noah Calhoun)
Ficha Técnica
Título Original: The Notebook
Gênero: Romance
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Direção: Nick Cassavetes
Roteiro: Jeremy Leven, baseado em livro de Nicholas Sparks
Dica: extras do DVD, em especial cenas deletadas, teste de elenco de Rachel Mc Adams, NOtas sobre o autor.
Curiosidade: Ganhou o prêmios de Melhor Beijo (Ryan Gosling e Rachel McAdams). McAdams).
You Learn
(Alanis Morissette)

I recommend getting your heart trampled on to anyone
I recommend walking around naked in your living room
Swallow it down (what a jagged little pill)
It feels so good (swimming in your stomach)
Wait until the dust settles

You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn

I recommend biting off more than you can chew to anyone
I certainly do
I recommend sticking your foot in your mouth at any time
Feel freeThrow it down (the caution blocks you from the wind)
Hold it up (to the rays)
You wait and see when the smoke clears

You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn

Wear it out (the way a three-year-old would do)
Melt it down (you're gonna have to eventually anyway)
The fire trucks are coming up around the bend

You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn
You grieve you learn
You choke you learn
You laugh you learn
You choose you learn
You pray you learn
You ask you learn
You live you learn

Tuesday, January 2, 2007

Meu filme


Recebi um teste via msn e fiz de brincadeira... hahahaha Adivinhem só? Coicidências existem? (Podem rir!) Meu filme é este aqui:

Moulin Rouge - Amor em Vermelho

Sua vida é um musical? Cheia de glamour, música e muita diversão? Hummm, isso parece bom!
Moulin Rouge - Amor em Vermelho é um romance rasgado, estrelado pela deslumbrante Nicole Kidman, que se passa no principal cabaré de Paris nos anos 1900. Tudo gira em torno de um grande salão cheio de brilho, purpurina, espetáculos, mulheres sedutoras, bebida e comida.
A vida nesta história parece bastante animada e feliz. Mas, pode acontecer um revés em tudo isso! No mundo de Moulin Rouge nem todos podem se apaixonar. E os que se apaixonam pela pessoa errada, sofrem conseqüências trágicas!
O mais bonito desta história é que mesmo com todas as dificuldades, os personagens continuam acreditando no amor. As armas usadas nessa briga são a arte, a dança, a música e a criatividade! Para cada situação uma canção diferente, para cada canção uma dança e para cada dança um figurino. U-lah-lah!
I Hope you dont mind that I put down in words...
Se quiserem fazer o teste entrem em www.istoe.terra.com.br/gentedinamica/oscar2002