Sunday, November 25, 2007
Wednesday, September 26, 2007
Filme 2

Tuesday, September 25, 2007
Filme 1

Thursday, September 20, 2007
Etapa 2007

Wednesday, August 29, 2007
Democracia Humana
Monday, August 13, 2007
Monday, August 6, 2007
Ando exata demais para quem tem a alma leve e um blog por testemunha.
Saudade das minhas letras, da melodia, de olhar para o céu e deixar a mente fluir...
To me cansando de tudo isso
Quero mais cinema italiano e menos Hollywood na veia
Penso que estou envenenada demais pelo capitalismo que nada me traz de bom.
Quero fundar uma comunidade hippie e viver de subsistência com o tal promissor e belo par de olhos azuis do meu lado.
Quero gente inteligente por perto, gente de conteúdo e coração aberto.
Ando carente de mim mesma, saudade de quem sou eu... não sobra tempo nem pra mim mesma...
Não quero mais saber de São Paulo e Curitiba. A ponte aérea anda um pé no saco!
Quero valsa, quero flamenco e tango
Quero bailar e fugir pruma tal ilha azul com pássaros cantando ao meu redor...
Thursday, June 21, 2007
O dia seguinte
Grande parte do que eu realmente preciso saber sobre a vida, o quefazer, como ser, eu aprendi no jardim da infância.Não foi na universidadenem na pós-graduação que eu encontrei a verdadeira sabedoria, e simno recreio do jardim da infância.Foi exatamente isto que aprendi: compartilhar tudo, brincar dentro dasregras, não bater nos outros, colocar as coisas de volta no lugar onde as encontrei, limpar a própria sujeira, não pegar o que não era meu,pedirdesculpas quando machucava alguém, lavar as mãos antes de comer, puxar adescarga do banheiro.
Também descobri que café com leite é gostoso, queuma vida equilibrada é saudável e que pensar um pouco, aprender um pouco,desenhar, pintar,dançar, planejar e trabalhar um pouco todos os dias, nosfaz muito bem.Tirar uma soneca todas as tardes, tomar muito cuidado com o trânsito, segurar as mãos de alguém e ficar juntos, são boas formas deenfrentar o mundo.
Prestar atenção em todas as maravilhas e lembrar dapequena semente que,um dia, plantamos em um copo de plástico. As raízesiam para baixo e as folhas iam para cima mas ninguém realmente sabia nem porquê. Mas nós somos assim! Peixinhos dourados, hamsters e ratinhosbrancos; e até mesmo a pequena semente do copo de plástico, tudo morre um dia. E nós também.
Tudo que você realmente precisa saber esta aí. Faça aos outros aquilo que você gostaria que eles fizessem para você. Amor,higiene básica,ecologia e política contribuem para uma vida saudável.
Penso que tudo seria melhor se todos nós - o mundo inteiro - tomássemos café com leite todas as tardes e descansássemos um pouquinho abraçados a umtravesseiro. Ou se tivéssemos uma política básica em nossa nação e em todasas coisas também, para sempre colocarmos as coisas de volta ao lugar onde as encontramos, limpando nossa própria sujeira. E ainda é verdade que, seja qual for a idade, - o melhor é darmos as mãos e ficarmos juntos!
Wednesday, June 20, 2007
20 de junho de 2007
Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.
Fazer 40, 50 ou 60 é um outro ritual, uma outra crônica e um dia eu chego lá. Mas fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um ato realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos. Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que sabor tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.
Até os 30, me dizia um amigo, a gente vai emitindo promissórias. A partir daí é hora de começar a pagar. Mas também se poderia dizer: até essa idade fez-se o aprendizado básico. Cumpriu-se o longo ciclo escolar, que parecia interminável, já se foi do primário ao doutorado. A profissão já deve ter sido escolhida. Já se teve a primeira mesa de trabalho, escritório ou negócio. Já se casou a primeira vez, já se teve o primeiro filho. A vida já se inaugurou em fraldas, fotos, festas, viagens, todo tipo de viagens, até das drogas já retornou quem tinha que retornar. Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro vê pela primeira vez o mar.
Um dia eu fiz 30 anos. Estava ali no estrangeiro, estranho em toda a estranheza do ser, à beira-mar, na Califórnia. Era um homem e seus trinta anos. Mais que isto: um homem e seus trinta anos. Um homem e seus trinta corpos, como os anéis de um tronco, cheio de eus e nós, arborizado, arborizando, ao sol e a sós. Na verdade, fazer 30 anos não é para qualquer um. Fazer 30 anos é, de repente, descobrir-se no tempo. Antes, vive-se no espaço. Viver no espaço é mais fácil e deslizante. É mais corporal e objetivo. Pode-se patinar e esquiar amplamente.
Mas fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo. E penetrar no tempo é mister de grande responsabilidade. É descobrir outra dimensão além dos dedos da mão. É como se algo mais denso se tivesse criado sob a couraça da casca. Algo, no entanto, mais tênue que uma membrana. Algo como se um centro, às vezes móvel, é verdade, mas um centro de dor colorido. Algo mais que uma nebulosa, algo assim pulsante que se entreabrisse em sementes. Aos 30 já se aprendeu os limites da ilha, já se sabe de onde sopram os tufões e, como o náufrago que se salva, é hora de seu autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema. Fazer 30 anos é como uma pedra que já não precisa exibir preciosidade, porque já não cabe em preços. É como a ave que canta, não para se denunciar, senão para amanhecer.
Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo. É quando se operam maravilhas como a um cego em Jericó.
Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar.
Por Affonso Romano de Sant’Anna
Saturday, June 9, 2007
Uma verdade inconveniente
Thursday, June 7, 2007
A Barreira da Beleza
Se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute!
Na próxima vez que encontrá-lo, tente(disfarçadamente) descobrir como é sua barriga. Se for musculosa, torneada, estilo 'tanquinho', fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.
Homem bom de verdade precisa obrigatoriamente ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditosmetrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por quê.
Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma - e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os 'tanquinhos' farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores - e eu tenho dó das que caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou Coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco ou coca-light. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com 'clight' que trouxe de casa. E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação.
E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar. Você nunca irá ouvir um 'ah, amor, 'Quarteirão' é gostoso, mas você podia provar uma 'McSalad' com água de coco'. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo,você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matam um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.
Outra coisa fundamental: homens barrigudinhos são confortáveis! Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível! Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional. Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo. Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar, a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz."
Monday, May 7, 2007
Olhe para um lugar onde tenha muita gente, uma praia num domingo de 40º, uma estação de metrô, a rua principal do centro da cidade. Metade deste povaréu sofre de dor de cotovelo. Alguns trazem dores recentes, outros trazem uma dor de estimação, mas o certo é que grande parte desses rostos anônimos têm um amor mal resolvido, uma paixão que não se evaporou completamente, mesmo que já estejam em outra relação.
Por que isso acontece? Tenho uma teoria, ainda que eu seja tudo menos teórico no assunto, acho que as pessoas não gastam seu amor. Isso mesmo, os amores que ficam nos assombrando não foram amores consumidos até o fim. Você sabe, o amor acaba, é mentira dizer que não. Uns acabam cedo, outros levam 10 ou 20 anos para terminar, talvez até mais, mas um dia acaba e se transforma em outras coisas como lembrança, amizade, parceria, parentesco... E essa transição não é dolorida se o amor for devorado até o fim.
Dor de Cotovelo é quando o amor é interrompido antes que se esgote, o amor tem que ser vivenciado. Platonismo funciona em novela, mas na vida real demanda muita energia, sem falar do tempo que ninguém tem para esperar. E tem que ser vivido em sua totalidade, é preciso passar por todas as etapas : atração, paixão, amor, convivência, amizade, tédio e fim. Como já foi dito, este trajeto do amor pode ser percorrido em algumas semanas ou durar muitos anos, mas é importante que transcorra de ponta a ponta, senão sobra lugar para fantasias, idealizações, enfim, tudo aquilo que nos empaca a vida e nos impede de estarmos abertos para novos amores. Se o amor foi interrompido sem ter atingido o fundo do pote, ficamos imaginando as múltiplas possibilidades de continuidade, tudo o que a gente poderia ter dito e não disse, feito e não fez.
Gaste seu amor, usufrua-o até o fim, enfrente os bons e os maus momentos, passe por tudo o que tiver que passar, não se economize, sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade. Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo fechando o próprio ciclo. Isso é que libera a gente para ser feliz novamente.
Monday, April 23, 2007
Céu de Outono
"O céu está no chão
O céu não cai do alto
É o claro é a escuridão
O céu que toca o chão
E o céu que vai no alto
Dois lados deram as mãos
Como eu fiz também
Só pra poder conhecer
Por quê? A voz da vida vem dizer
Que os braços sentem, e os olhos vêem,
que o lábios sejam dois rios inteiros...
Sem direção"
Monday, April 16, 2007
Pelas Parcerias
Que cruzem os meus caminhos todas as pessoas que possam despertar em mim um ser humano melhor... Que venham pessoas de todas as crenças, tribos, jeitos, lugares, mas que tenham em comum a leveza, a bondade, e a inquietação para tornar da vida uma jornada de crescimento...
Quero gente a minha volta com aquela energia e aquela luz. Gente sem medo de abraçar, rir, chorar, ajudar, amar."
por Poliana Sirelli
Pelo Amor
Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É um não querer mais que bem querer. É solitário andar por entre a gente. É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade. É servir a quem vence, o vencedor; É um ter com quem nos mata a lealdade. Tão contrário a si é o mesmo amor. Agora vejo em parte. Mas então veremos face a face. É só o amor que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua do anjos...
Tuesday, April 10, 2007

Marisa Monte
Eis o melhor e o pior de mim
Monday, April 2, 2007
Wednesday, March 28, 2007
Tuesday, March 27, 2007
Monday, March 26, 2007
Monday, March 19, 2007
Wednesday, March 14, 2007
Monday, March 5, 2007
Quaresma

Wednesday, February 14, 2007

Thursday, February 8, 2007

Wednesday, February 7, 2007

Ficha Técnica
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Site Oficial: www.panslabyrinth.com
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Direção: Guillermo del Toro
Indicações ao Oscar - 6
Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora e Melhor Maquiagem.
Saturday, February 3, 2007

Sobre frio na barriga, arrepio na espinha e sorriso bobo no rosto
Com o tempo a gente aprende que paixão é euforia, é desespero e é angústia. É beijo e é escândalo. É fogo que arde sem doer. É muito beijo. É inquietante. Paixão é avassaladora. Chega, bate forte no peito, tira o ar, enlouquece e cega; deixa sem chão e sem eixo. Paixão é desatino. É perder a razão.
Aprende que tesão é fixação. É querer devorar. É êxtase e dormir pelado. Tesão é instinto. Vontade de ocupar o mesmo espaço do corpo do outro. É sede insaciável. Tesão estremece, mas amor... Amor é abraço, é fraterno.
A gente aprende que amor é querer dividir, é querer trocar. É sentir saudade. Amor é querer mostrar o seu mundo e conhecer o mundo de alguém. Amor chega de mansinho, sem avisar, sem fazer alarde, numa quarta-feira de tarde. É querer contar e ouvir. É querer estar junto repartindo as impressões e aceitando as diferenças. Amor é admiração. Amor é parceria. É querer caminhar junto pela mesma estrada. É aprender com o outro. Amor é certeza sem por quê. É sereno. É respeito. É aplaudir e saber puxar a orelha. É saber e querer conversar. Amor é acreditar. É dar beijo de boa-noite. Amor é dormir abraçadinho ou pelo menos de mãos dadas. É acordar junto, sorrir e dar bom-dia.
Tuesday, January 30, 2007
(Lennon and McCartney)
Thursday, January 25, 2007
Wednesday, January 24, 2007
(Zélia Duncan)
Tudo aqui quer me revelar
Minha letra , minha roupa, meu paladar
O que eu não digo, o que eu afirmo
Onde eu gosto de ficar
Quando amanheço, quando me esqueço
Quando morro de medo do mar
Tudo aquiQuer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar
O que eu procuro
O que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar
Tudo em mim quer me revelar
Meu grito, meu beijo
Meu jeito de desejar
O que me preocupa, o que me ajuda
O que eu escolho pra amar
Quando amanheço, quando me esqueço
Quando morro de medo do mar
Tudo aqui quer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar
Tudo aqui quer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar
O que eu procuro
O que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar
Tudo em mim quer me revelar
(Zélia Duncan)
Não quero seu sorriso
Quero sua boca no meu rosto
Sorrindo pra mim
Não quero seus olhares
Quero seus cílios nos meus olhos
Piscando pra mim
Transfere pro meu corpo
Seus sentidos
Pra eu sentir
A sua dor, os seus gemidos
E entender porque
Quero você !
Não quero seu suor
Quero seus poros na minha pele
Explodindo de calor.
(Vinicius de Moraes)
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(Ana Carolina)
Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber
Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer
Se eu disser que já nem sinto nada
Que a estrada sem você é mais segura
Eu sei você vai rir da minha cara
Eu já conheço o teu sorriso, leio teu olhar
Teu sorriso é só disfarce
Que eu já nem preciso
Sinto dizer
Que amo mesmo,
Tá ruim pra disfarçar
Entre nós dois
Não cabe mais nenhum segredo
Além do que já combinamos
No vão das coisas que a gente disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero
A frase fica pelo avesso
Meio na contra-mão
E quando finjo que esqueço
Eu não esqueci nada
E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida
Eu procurei
Qualquer desculpa
Pra não te encarar
Para não dizer
De novo e sempre a mesma coisa
Falar só por falar
Que eu já não tô nem aí pra essa conversa
Que a história de nós dois não me interessa
Se eu tento esconder meias verdades
Você conhece o meu sorriso
Lê no meu olhar
Meu sorriso é só disfarce
Porque eu já nem preciso
E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida
Saturday, January 13, 2007
Diário de uma Paixão

(Alanis Morissette)
I recommend getting your heart trampled on to anyone
I recommend walking around naked in your living room
Swallow it down (what a jagged little pill)
It feels so good (swimming in your stomach)
Wait until the dust settles
You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn
I recommend biting off more than you can chew to anyone
I certainly do
I recommend sticking your foot in your mouth at any time
Feel freeThrow it down (the caution blocks you from the wind)
Hold it up (to the rays)
You wait and see when the smoke clears
You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn
Wear it out (the way a three-year-old would do)
Melt it down (you're gonna have to eventually anyway)
The fire trucks are coming up around the bend
You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn
You grieve you learn
You choke you learn
You laugh you learn
You choose you learn
You pray you learn
You ask you learn
You live you learn
Tuesday, January 2, 2007
Meu filme

Sua vida é um musical? Cheia de glamour, música e muita diversão? Hummm, isso parece bom!
Moulin Rouge - Amor em Vermelho é um romance rasgado, estrelado pela deslumbrante Nicole Kidman, que se passa no principal cabaré de Paris nos anos 1900. Tudo gira em torno de um grande salão cheio de brilho, purpurina, espetáculos, mulheres sedutoras, bebida e comida.
A vida nesta história parece bastante animada e feliz. Mas, pode acontecer um revés em tudo isso! No mundo de Moulin Rouge nem todos podem se apaixonar. E os que se apaixonam pela pessoa errada, sofrem conseqüências trágicas!
O mais bonito desta história é que mesmo com todas as dificuldades, os personagens continuam acreditando no amor. As armas usadas nessa briga são a arte, a dança, a música e a criatividade! Para cada situação uma canção diferente, para cada canção uma dança e para cada dança um figurino. U-lah-lah!















